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Milhões de trabalhadores brasileiros têm enfrentado falhas na Carteira de Trabalho Digital, ferramenta que substituiu o documento físico e centralizou o registro dos vínculos empregatícios. Problemas como ausência de contratos, dados incorretos, atrasos nas atualizações e divergência de informações vêm causando preocupação.
A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata das disposições gerais sobre segurança e saúde no trabalho, ganhou destaque ao reforçar a obrigação das empresas de identificar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente laboral. A mudança representa um avanço relevante na forma como a legislação passa a enxergar a saúde mental do trabalhador.
Está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei que assegura ao trabalhador até 15 dias de afastamento remunerado para prestar cuidados a familiar doente. A proposta amplia a proteção social e busca reconhecer a importância do cuidado familiar em situações de saúde que exigem acompanhamento próximo.
O Congresso Nacional avançou na tramitação de uma proposta que pode alterar de forma significativa a organização do trabalho no Brasil. A PEC 148/2015 prevê o fim da jornada 6×1 e a redução gradual da jornada semanal, mantendo a remuneração integral.
Durante muito tempo, o trabalho foi tratado como uma relação de aceitação obrigatória. Aceitar o salário oferecido, aceitar a jornada imposta, aceitar a falta de tempo. Hoje, esse discurso começa a ruir. O trabalhador passou a compreender que o trabalho não pode ocupar todo o espaço da vida.
O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região condenou uma empresa ao pagamento de R$ 408 mil de indenização aos pais de um promotor de vendas que morreu em um acidente de trânsito ocorrido durante o trabalho, na BR-040, nas proximidades de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais.

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que uma bancária aposentada não tem direito à manutenção vitalícia do plano de saúde oferecido pela empresa, por não ter comprovado a necessidade de tratamento médico contínuo. A decisão reforça o entendimento de que a permanência no plano após o fim do vínculo não é automática.
Está em tramitação no Congresso Nacional um projeto de lei que amplia a licença-paternidade de 20 para 30 dias para trabalhadores de empresas participantes do Programa Empresa Cidadã. A proposta reacende o debate sobre a importância da participação ativa do pai nos primeiros dias de vida da criança.
A regulação do trabalho por aplicativo deve ganhar avanço no Congresso Nacional nos próximos meses. A sinalização foi feita pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, ao afirmar que o tema está entre as prioridades legislativas e deve entrar na pauta de debates ainda em 2026.
Circulou recentemente a informação de que o uso de chapéu no trabalho rural teria sido proibido por lei, o que gerou preocupação e dúvidas entre trabalhadores e empregadores do campo. No entanto, essa informação não é verdadeira. Não existe lei que proíba o uso de chapéu no ambiente de trabalho rural.
A consulta ao abono salarial referente ao ano-base de 2024 será liberada a partir de quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, permitindo que milhões de trabalhadores verifiquem se têm direito ao benefício. A estimativa é de que cerca de 25,4 milhões de pessoas estejam aptas a receber o valor.
O julgamento da pejotização pelo Supremo Tribunal Federal se apresenta como um dos momentos mais decisivos para o futuro das relações de trabalho no país. Mais do que um debate técnico, o que está em jogo é a própria fronteira entre trabalho protegido e formas contratuais que afastam direitos.
O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região condenou uma empresa ao pagamento de R$ 408 mil de indenização aos pais de um promotor de vendas que morreu em um acidente de trânsito ocorrido durante o trabalho, na BR-040, nas proximidades de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um dos principais direitos do trabalhador com carteira assinada e funciona como uma proteção financeira em momentos específicos. Apesar disso, o não recolhimento do FGTS ainda é uma das irregularidades mais comuns nas relações de trabalho.
As horas extras estão entre os temas que mais geram dúvidas e ações na Justiça do Trabalho. Muitos trabalhadores acabam prestando serviço além do horário contratado sem receber corretamente, seja por desconhecimento da lei ou por práticas irregulares do empregador.

Trabalhar sem carteira assinada ainda é uma realidade para muitos brasileiros. Apesar de ser uma prática irregular, a falta de registro não elimina os direitos do trabalhador. A legislação trabalhista protege a relação de emprego pela realidade dos fatos.

O FGTS não depositado é uma das irregularidades trabalhistas mais comuns no Brasil e, muitas vezes, só é descoberta quando o trabalhador é demitido ou tenta utilizar o saldo do fundo. A falta de recolhimento não é um simples atraso administrativo: trata-se de descumprimento de obrigação legal por parte do empregador.
A demissão por justa causa é a penalidade mais severa aplicada ao trabalhador e ocorre quando o empregador entende que houve falta grave suficiente para romper o contrato sem o pagamento das verbas rescisórias típicas da dispensa sem justa causa.
Os adicionais de insalubridade e periculosidade existem para compensar o trabalhador que exerce atividades exposto a riscos à saúde ou à integridade física. Apesar disso, o não recolhimento do FGTS ainda é uma das irregularidades mais comuns nas relações de trabalho.
Os afastamentos do trabalho por depressão, ansiedade e outros transtornos de saúde mental têm aumentado de forma significativa nos últimos anos. A legislação brasileira reconhece a saúde mental como parte da saúde do trabalhador e garante direitos específicos nesses casos.
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